domingo, 2 de agosto de 2015

Ronda revela o que disse a Bethe após nocaute no UFC 190

O confronto começou de forma espetacular e Durou exatos 34 segundos o sonho de Bethe Correia de vencer a campeã Ronda Rousey e tomar posse do cinturão dos pesos galos femininos. As duas partiram direto para a trocação, acertaram bons golpes uma na outra e eleveram ao máximo o clima da disputa de cinturão na arena. 

Depois de acertar alguns socos, Ronda chegou a ser abalada por Correia. A americana manteve o ritmo, buscou a derrubada, mas a brasileira a defendeu bem até que Rousey a encurralou na grade, desferiu nova série de socos e conseguiu nocautear Bethe de forma impressionante. O golpe foi tão poderoso que Correia caiu apagada no solo. Vitória por nocaute aos 34 segundos de luta.

As vitórias arrasadoras dentro do cage do UFC garantem a Ronda Rousey, cada vez mais, um aumento de cifras em sua conta bancária. Mais uma vez a musa do Ultimate ganhou o prêmio de performance da noite, desta vez por causa do incrível nocaute sobre Bethe Pitbull, na edição 190, no Rio de Janeiro. 

A campeã levou o bônus de US$ 50 mil para casa. Foi a sexta vez em seis lutas que ela é premiada. Apenas na estreia Ronda não levou o bônus. Em compensação, na segunda luta, contra Miesha Tate, ela ganhou o prêmio de melhor finalização e melhor luta do evento.

Com a vitória, Ronda Rousey alcança o expressivo número de 12 vitórias em 12 combates na carreira no MMA. Visivelmente emocionada ao final da luta, Ronda analisou a sua performance e pôs fim à rixa com a paraibana. 



“Em vez de pegá-la direto no clinch, eu quis bater um pouco e todos viram o que aconteceu. Espero que seja a última vez que alguém fale sobre família antes de uma luta”, finalizou.
Ronda atropela Bethe, consegue nocaute relâmpago e mantém cinturão



Ronda revela o que disse a Bethe após nocaute no UFC 190 - Yahoo Esportes

sexta-feira, 27 de março de 2015

PF prende presidente do Grupo Galvão em nova fase da Lava Jato

A Polícia Federal (PF) prendeu hoje, em mais uma etapa da Operação Lava Jato, o acionista e presidente do Conselho de Administração do Grupo Galvão, controlador da empreiteira Galvão Engenharia, Dario de Queiroz Galvão Filho. Também foi preso Guilherme Esteves de Jesus, apontado pelo Ministério Público Federal como operador dos pagamentos de propina da empresa Sete Brasil, que tem contratos com a Petrobras.

Dario de Queiroz Galvão Filho foi preso em casa, em São Paulo, e Guilherme Esteves, no Rio de Janeiro. Cumprindo mandado do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava jato, os agentes da PF também cumpriram mandados de busca e apreensão nos locais onde ocorreram as prisões.

A Polícia Federal cumpriu mandado do juiz Sérgio Moro  Akemi Nitahara/Repórtera Agência Brasil
Na quarta-feira (25), as empresas Galvão Engenharia e Galvão Participações, vinculadas ao Grupo Galvão, apresentaram à Justiça do Rio de Janeiro pedido de recuperação judicial. Comunicado da empresa a colaboradores, fornecedores, clientes, parceiros de negócios e acionistas informou que foram e serão tomadas “todas as medidas necessárias ao restabelecimento das condições operacionais e financeiras” das empresas e, no tempo mais breve possível, o grupo retornará “plenamente” às atividades.

Uma das empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, a Galvão Engenharia informou, ainda, que a atual situação foi agravada pela inadimplência de alguns de seus principais clientes, entre eles a Petrobras.

Po meio de nota, a Petrobras esclareceu que está em dia com suas obrigações contratuais e que os pagamentos dos compromissos reconhecidos com as contratadas são realizados de acordo com a legislação vigente e os prazos contratuais. "Eventualmente, empresas contratadas apresentam pleitos de pagamentos adicionais, que são submetidos a avaliação. Eventuais pleitos não representam a existência de dívida por parte da Petrobras", ressaltou a nota..

A prisão preventiva de Dario de Queiroz Galvão Filho foi requerida pelo Ministério Público Federal (MPF), com base em depoimentos colhidos em outras etapas da Lava Jato, inclusive de delação premiada. No despacho, o juiz da 13ª Vara Federal em Curitiba esclareceu que seria “estranho” manter a prisão preventiva de Erton Fonseca, presidente da Divisão Industrial da Galvão Engenharia, e deixar em liberdade “aquele a quem as provas em cognição sumária apontam como mandante”.

No documento, Moro citou depoimento do engenheiro civil Shinko Nakandakari, acusado de ser um dos operadores do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. Nakandakari afirmou que Dario Galvão Filho tinha conhecimento do pagamento de propina e que Erton Fonseca era subordinado a ele.

“Apesar da presunção de inocência e da excepcionalidade da prisão cautelar, a medida se justifica diante dos indícios supervenientes de que era Dario Galvão, como mandante, o principal responsável pelos crimes no âmbito da Galvão Engenharia”, argumentou Sérgio Moro.

Sobre Guilherme Esteves de Jesus, o magistrado ressaltou que, além das provas de materialidade e autoria de crimes de corrupção e de lavagem, pesou o fato de ele ter suprimido documentos do local onde agentes da PF cumpriram mandado de busca e apreensão no dia 5 de fevereiro.

“As atividades de Guilherme Esteves de Jesus inserem-se neste contexto, já que está presente, em cognição sumária, prova de seu envolvimento direto em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro de cerca de US$ 8 milhões, com destinação das propinas a dirigentes da Petrobras e da Sete Brasil”, salientou Moro.

Conforme o despacho, no dia seguinte ao cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa do operador de pagamento de propina pela empresa Sete Brasil, ele tentou sacar R$ 300 mil de sua conta bancária. De acordo com o MPF, a Sete Brasil ganhou licitação da Petrobras para construção de sonda e negociou com vários estaleiros. Seis sondas foram negociadas com o Estaleiro Jurong.

“Cada estaleiro tinha seu responsável pelo pagamento de propinas. Guilherme Esteves de Jesus era o operador do Estaleiro Jurong”, afirmou Moro. “Além disso, documentos e celulares apreendidos contêm provas relevantes, conforme análise já realizada dos pressupostos da preventiva. Ainda assim, é provável que a busca revelasse provas ainda mais relevantes, não fosse o episódio lamentável, no qual a esposa de Guilherme, a seu mando e com o seu auxílio, subtraiu do local material probatório ainda desconhecido”, concluiu o juiz no despacho.

Apesar de o MPF ter pedido a prisão preventiva de Lilia Loureiro Esteves de Jesus, mulher de Guilherme, o juiz indeferiu o pedido. Os dois presos serão levados para a carceragem da PF, em Curitiba.
PF prende presidente do Grupo Galvão em nova fase da Lava Jato | Agência Brasil


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Janot diz que há 'fatos concretos' que o obrigam a adotar medidas de segurança - Agência Estado - UOL Notícias

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confirmou nesta sexta-feira (27) que tem sua segurança ameaçada. Ele afirmou que há "fatos concretos" que o obrigam a adotar medidas para garantir sua integridade física, mas disse não saber se o risco está relacionado com algum caso específico, como a operação Lava Jato.

"Não sou uma pessoa assombrada. Mas alguns fatos concretos têm me levado a adotar algumas regras de contenção", disse Janot. 

E citou como exemplo o arrombamento de sua casa no fim de janeiro passado, quando criminosos teriam ficado pelo menos oito minutos dentro de sua residência. 

"Tinha lá uma pistola .40 com três carregadores, máquina fotográfica e tudo quanto é coisa de valor. E a única coisa que foi levada foi o controle do portão", revelou. 

"Daí para cá, tenho recebido relatórios de inteligência. E nos relatórios últimos, parece que aumentou um pouquinho o nível de risco. Por isso as precauções", acrescentou.
Janot diz que há 'fatos concretos' que o obrigam a adotar medidas de segurança - Agência Estado - UOL Notícias